{"id":4577,"date":"2024-09-08T09:27:04","date_gmt":"2024-09-08T12:27:04","guid":{"rendered":"https:\/\/summits.estadao.com.br\/esg\/?p=4577"},"modified":"2024-09-22T22:00:34","modified_gmt":"2024-09-23T01:00:34","slug":"brasil-como-protagonista-do-powershoring-diz-executiva-do-bnp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/summits.estadao.com.br\/esg\/2024\/09\/08\/brasil-como-protagonista-do-powershoring-diz-executiva-do-bnp\/","title":{"rendered":"Brasil como protagonista do powershoring, diz executiva do BNP"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Florence Pourchet, uma das mulheres mais influentes do setor banc\u00e1rio internacional, comenta que o Pa\u00eds chama a aten\u00e7\u00e3o, por causa da matriz el\u00e9trica limpa, do investidor internacional que busca fazer aportes ambientalmente sustent\u00e1veis<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Por Carlos Eduardo Valim &#8211; editada por Mariana Collini em 08\/09\/2024<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A executiva francesa Florence Pourchet exerce uma das principais posi\u00e7\u00f5es ocupadas por uma mulher entre os grandes bancos internacionais. Atualmente respons\u00e1vel na Am\u00e9rica Latina pela rela\u00e7\u00e3o com os clientes corporativos e institucionais do BNP Paribas, ela est\u00e1 encarregada da fun\u00e7\u00e3o de estruturar a estrat\u00e9gia do banco franc\u00eas para promover uma transi\u00e7\u00e3o para investimentos ambientalmente sustent\u00e1veis, em alinhamento com as metas da Uni\u00e3o Europeia, e apoiar neg\u00f3cios que envolvem energias renov\u00e1veis em detrimento de investimentos em fontes sujas.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi sob a sua coordena\u00e7\u00e3o que o BNP passou a evitar direcionar recursos a neg\u00f3cios que envolvem petr\u00f3leo, para apostar em nascentes projetos de energias renov\u00e1veis, uma transi\u00e7\u00e3o r\u00e1pida que, poucos anos atr\u00e1s, parecia improv\u00e1vel em um grande banco. A meta do banco \u00e9 reduzir o financiamento \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo em 80% at\u00e9 2030.<\/p>\n\n\n\n<p>Na nova configura\u00e7\u00e3o planejada para a economia global, Pourchet afirma notar um interesse especial dos investidores internacionais por fazerem aportes no Brasil, em busca de \u201climpar\u201d a pegada de carbono dos seus neg\u00f3cios.<\/p>\n\n\n\n<p>Duas grandes tend\u00eancias v\u00eam atraindo recursos para a Am\u00e9rica Latina. De um lado, o M\u00e9xico aproveita a migra\u00e7\u00e3o de parte da ind\u00fastria global que estava na China, para se tornar um grande beneficiado do surgimento do interesse pelo \u201cnearshoring\u201d. Trata-se da terceiriza\u00e7\u00e3o de parte da produ\u00e7\u00e3o para pa\u00edses pr\u00f3ximos (por isso, a palavra near, perto, em ingl\u00eas) em contraste com o \u201coffshore\u201d \u2013 a terceiriza\u00e7\u00e3o internacional \u2013 das \u00faltimas d\u00e9cadas, que preconizava buscar o menor custo de produ\u00e7\u00e3o e efici\u00eancia em qualquer parte do globo.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje o pa\u00eds asi\u00e1tico enfrenta disputa geopol\u00edtica e comercial com os Estados Unidos, que preferem agora comprar produtos e insumos industriais de um parceiro pr\u00f3ximo do que do rival.<\/p>\n\n\n\n<p>De outro, o Brasil, se n\u00e3o tem conseguido aproveitar a onda do nearshoring, pode ganhar na atra\u00e7\u00e3o de investimentos com a tend\u00eancia de powershoring &#8211; que \u00e9 a instala\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias em locais com alto potencial de energias renov\u00e1veis. Assim, empresas e investidores internacionais podem cumprir as suas promessas de diminuir as emiss\u00f5es de carbono, nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas. Segundo Pourchet, essas duas grandes tend\u00eancias j\u00e1 est\u00e3o beneficiando os dois maiores pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina. Leia os principais trechos da entrevista.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Como foram os resultados do BNP Paribas na Am\u00e9rica Latina, em 2023?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em termos de desempenho em 2023 da \u00e1rea de banco de investimentos, com a qual trabalho, foi em geral um ano muito bom na Am\u00e9rica Latina. As receitas com os clientes cresceram 6%, o que \u00e9 bom, apesar de ficar abaixo do que conseguimos nos quatro anos anteriores. Tivemos crescimento anual de 17%, desde 2019. Ent\u00e3o, desaceleramos um pouco em 2023. Tivemos atividades bem fortes particularmente na \u00e1rea que chamamos de banco global, em especial, em financiar projetos de infraestrutura, financiar exporta\u00e7\u00f5es e atividades de com\u00e9rcio. Mas tivemos um pouco pior de mercados globais no Brasil. Quando olhamos a regi\u00e3o como um todo foi pior aqui, enquanto no restante dos pa\u00edses continuamos a crescer substancialmente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Por que isso aconteceu aqui?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A explica\u00e7\u00e3o \u00e9 que os mercados no Brasil estiveram fracos. O cr\u00e9dito estava escasso. A atividade foi um pouco menos din\u00e2mica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Quais as expectativas para 2024? Isso mudou?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esperamos um crescimento substancial na regi\u00e3o. Continuaremos investindo em financiar projetos e exporta\u00e7\u00e3o em setores como os de energia, infraestrutura e em m\u00eddia e telecom. Esses s\u00e3o os tr\u00eas setores chave. Estamos investindo no M\u00e9xico. Conseguimos uma licen\u00e7a de opera\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria no pa\u00eds h\u00e1 dois anos, e estamos na fase de ganhar escala. Esperamos nos beneficiar do avan\u00e7o do nearshoring, sobre o qual todos est\u00e3o falando.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Ent\u00e3o, o nearshoring promovido pelos Estados Unidos j\u00e1 est\u00e1 beneficiando o M\u00e9xico?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Vemos isso como um movimento real. Podemos sentir ele acontecendo. N\u00e3o sabemos at\u00e9 onde ele vai e por quanto tempo, mas est\u00e1 ocorrendo uma migra\u00e7\u00e3o de investimentos para l\u00e1. As empresas est\u00e3o vendo a atividade explodindo em certas \u00e1reas, e percebem uma demanda por energia, log\u00edstica e uso da terra, em particular no norte do pa\u00eds. Isso \u00e9 bem vis\u00edvel, est\u00e1 acontecendo e obviamente investir no M\u00e9xico agora \u00e9 um bom neg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>E quanto ao Brasil para este ano?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esperamos um ano melhor, porque os mercados est\u00e3o de volta. Os juros est\u00e3o baixando. Nossos economistas preveem um crescimento do PIB de 1,8%, com potencial de subir a 2%. Tudo parece estar no lugar para continuarmos crescendo no Pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Podemos aproveitar a tend\u00eancia de nearshoring, como est\u00e1 acontecendo no M\u00e9xico?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Brasil tem o necess\u00e1rio para atrair os investidores internacionais. Se falamos de nearshoring para o M\u00e9xico, falamos agora sobre powershoring para o Brasil. Todas as condi\u00e7\u00f5es est\u00e3o aqui. Em alguns setores, o consumo de energia \u00e9 absolutamente cr\u00edtico, e ter a capacidade de produzir energia renov\u00e1vel pr\u00f3ximo de centros urbanos muito grandes \u00e9 bastante importante.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Aqui, ent\u00e3o, os investimentos ser\u00e3o mais direcionados a energia? A agenda verde \u00e9 o diferencial para o Pa\u00eds?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Como em outros pa\u00edses, como o Chile, a agenda de sustentabilidade \u00e9 muito forte. E podemos ajudar na transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. Por meio de como escolhemos nossos clientes ou como focamos no tipo de atividades para as quais vamos direcionar esses clientes, estamos sempre com a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica na cabe\u00e7a. A agenda verde vai continuar a ser muito importante, ainda mais no futuro. O Brasil j\u00e1 \u00e9 um pa\u00eds bastante verde em sua matriz energ\u00e9tica, com mais 60% da energia sendo gerada por fontes h\u00eddricas. Isso n\u00e3o \u00e9 algo necessariamente conhecido por todos, mas \u00e9 importante mencionar que o Brasil est\u00e1 bastante avan\u00e7ado em energias renov\u00e1veis. Al\u00e9m disso, h\u00e1 muitos investimentos acontecendo em energia solar e e\u00f3lica. Vemos grandes investidores internacionais, principalmente europeus, vindo para c\u00e1, como a EDP, a EDF e a Engie. O foco em fontes renov\u00e1veis \u00e9 muito forte na Europa, e isso explica o apetite das empresas de energia europeias para virem investir no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Existe uma preocupa\u00e7\u00e3o de que o quadro fiscal brasileiro seja preocupante. Isso n\u00e3o pode afastar esses investimentos internacionais?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Entendo que esse \u00e9 t\u00f3pico bastante quente por aqui, e que \u00e9 um pouco pol\u00edtico. Prefiro deixar para meus colegas que conhecem melhor esse ambiente avaliarem isso.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Esse n\u00e3o \u00e9 um dos primeiros temas que o investidor internacional pensa quando se fala sobre o Brasil?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 sustentabilidade e infraestrutura. S\u00e3o dois setores claramente proeminentes. Tamb\u00e9m nem precisamos citar os agroneg\u00f3cios. Afinal, o mundo precisa de alimentos, precisa de energia e de infraestrutura. O Brasil \u00e9 conhecido por isso.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Sob a sua lideran\u00e7a, o BNP Paribas deu uma guinada para investimentos verdes. Como isso aconteceu?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O grupo come\u00e7ou a focar no tema em 2011, quanto criou uma \u00e1rea dedicada a sustentabilidade. E a alta dire\u00e7\u00e3o come\u00e7ou a pressionar para avan\u00e7armos no tema, o que era bem raro 13 anos atr\u00e1s. Havia uma real convic\u00e7\u00e3o que, como uma institui\u00e7\u00e3o financeira, t\u00ednhamos um papel a cumprir, incentivando empresas a tentarem fazer investimentos mais verdes. Essa equipe de sustentabilidade hoje \u00e9 menor, uma vez que v\u00e1rias pessoas dela foram transferidas para \u00e1reas operacionais e de neg\u00f3cios do banco. Ent\u00e3o o tema agora est\u00e1 impregnado na institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Algumas metas de investimentos foram anunciadas?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Foram decis\u00f5es graduais. Primeiramente, definimos pol\u00edticas sobre em quais empresas n\u00e3o poder\u00edamos investir, por n\u00e3o serem verdes o suficiente. Ent\u00e3o, em 2015, decidimos que deixar\u00edamos de investir em g\u00e1s de xisto, assim como em produ\u00e7\u00e3o em areias betuminosas no Canad\u00e1. O mercado ficou surpreso na \u00e9poca, porque fomos os primeiros a decidir assim e significava cortar parte do nosso neg\u00f3cio. Mas tamb\u00e9m mostrou que \u00e9ramos s\u00e9rios nos nossos objetivos de sustentabilidade. Recentemente, cerca de um ano atr\u00e1s, anunciamos novas medidas, e que n\u00e3o vamos mais financiar e trabalhar com empresas puras de explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo. Tamb\u00e9m vamos reduzir em 80%, at\u00e9 2030, a nossa exposi\u00e7\u00e3o a extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e, em 30%, em g\u00e1s. Queremos que todos os nossos clientes rastreiem, at\u00e9 2025, as suas cadeias de produ\u00e7\u00e3o, para que n\u00e3o ocorra desflorestamento da Amaz\u00f4nia. Fomos criticados por n\u00e3o fazer o suficiente, mas precisamos dar esse tempo para que os clientes possam se adaptar a essas regras. E 2025 est\u00e1 pr\u00f3ximo. Estamos movendo nossa aloca\u00e7\u00e3o de setores em que n\u00e3o queremos estar para setores em que queremos estar no futuro.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Como v\u00e3o os neg\u00f3cios na Argentina?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Argentina \u00e9 um caso bastante especial. Atuamos l\u00e1 por mais de 100 anos. No Brasil, chegamos nos anos 1950. Estivemos bastante cautelosos com a Argentina pelos \u00faltimos 20 anos, e vamos continuar cautelosos. \u00c9 sempre um pouco da mesma coisa, incluindo os problemas inflacion\u00e1rios, mas estamos acompanhando a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/economia\/negocios\/entrevista-bnp-paribas-demanda-eletrica-europa-powershoring\">https:\/\/www.estadao.com.br\/economia\/negocios\/entrevista-bnp-paribas-demanda-eletrica-europa-powershoring<\/a><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"693\" src=\"https:\/\/summits.estadao.com.br\/esg\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/image-2-1024x693.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4578\" srcset=\"https:\/\/summits.estadao.com.br\/esg\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/image-2-1024x693.jpeg 1024w, https:\/\/summits.estadao.com.br\/esg\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/image-2-300x203.jpeg 300w, https:\/\/summits.estadao.com.br\/esg\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/image-2-768x520.jpeg 768w, https:\/\/summits.estadao.com.br\/esg\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/image-2.jpeg 1200w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><em>Foto: Felipe Iruata \/ Estad\u00e3o<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Florence Pourchet, uma das mulheres mais influentes do setor banc\u00e1rio internacional, comenta que o Pa\u00eds chama a aten\u00e7\u00e3o, por causa da matriz el\u00e9trica limpa, do investidor internacional que busca fazer aportes ambientalmente sustent\u00e1veis Por Carlos Eduardo Valim &#8211; editada por Mariana Collini em 08\/09\/2024 A executiva francesa Florence Pourchet exerce uma das principais posi\u00e7\u00f5es ocupadas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":4578,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[163],"tags":[],"class_list":["post-4577","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-gestao"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v22.8 - 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