{"id":4966,"date":"2024-10-13T19:01:45","date_gmt":"2024-10-13T22:01:45","guid":{"rendered":"https:\/\/summits.estadao.com.br\/esg\/?p=4966"},"modified":"2024-10-13T19:01:49","modified_gmt":"2024-10-13T22:01:49","slug":"como-a-crise-climatica-muda-a-economia-global","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/summits.estadao.com.br\/esg\/2024\/10\/13\/como-a-crise-climatica-muda-a-economia-global\/","title":{"rendered":"Como a crise clim\u00e1tica muda a economia global"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>\u00c0 medida que o aquecimento global se torna um problema cada vez maior, pa\u00edses e empresas correm para tentar buscar alternativas \u00e0s fontes de energia poluentes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Por Reda\u00e7\u00e3o &#8211; editada por Mariana Collini em 03\/10\/2024<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 n\u00e3o muito tempo, termos como aquecimento global, mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica pareciam apontar para um futuro distante. Mas esse futuro chegou bem mais r\u00e1pido do que apontavam as previs\u00f5es mais pessimistas, for\u00e7ando mudan\u00e7as aceleradas em v\u00e1rias facetas da vida de todos. A economia, claro, n\u00e3o ficou imune a isso.<\/p>\n\n\n\n<p>O que se tem visto nos \u00faltimos anos s\u00e3o transforma\u00e7\u00f5es muito r\u00e1pidas na forma de produ\u00e7\u00e3o, nos h\u00e1bitos de consumo e na preocupa\u00e7\u00e3o das empresas em se adaptar \u00e0s novas demandas. A quest\u00e3o da mobilidade \u00e9 um exemplo claro. Como forma de substituir o poluente petr\u00f3leo e seus derivados como o principal combust\u00edvel dos ve\u00edculos de transporte, surgiu praticamente uma nova ind\u00fastria, a dos carros el\u00e9tricos, que ganha espa\u00e7o rapidamente, apesar de todas as d\u00favidas que ainda pairam sobre seu futuro.<\/p>\n\n\n\n<p>A gera\u00e7\u00e3o de energia \u00e9 outra \u00e1rea que muda numa velocidade alucinante. O avan\u00e7o das energias renov\u00e1veis (como a solar e a e\u00f3lica), vistas h\u00e1 alguns anos como uma forma de gera\u00e7\u00e3o \u201ccomplementar\u201d, j\u00e1 as coloca em posi\u00e7\u00f5es relevantes dentro da matriz energ\u00e9tica de v\u00e1rios pa\u00edses &#8211; incluindo o Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>E mais revolu\u00e7\u00f5es est\u00e3o a caminho &#8211; nos biocombust\u00edveis, no hidrog\u00eanio verde. N\u00e3o h\u00e1 nenhuma certeza de que essas mudan\u00e7as ser\u00e3o suficientes para reverter ou mesmo paralisar as causas do aquecimento. Mas h\u00e1 a convic\u00e7\u00e3o de que os pa\u00edses e empresas que n\u00e3o investirem nisso, ficar\u00e3o para tr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p>Entenda, nas reportagens a seguir, como isso tudo vem transformando a economia global:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>The Economist: Por que os carros el\u00e9tricos v\u00e3o vencer a corrida contra os carros h\u00edbridos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O esfor\u00e7o da ind\u00fastria automobil\u00edstica para se descarbonizar gira em torno da substitui\u00e7\u00e3o da gasolina por baterias. Um n\u00famero crescente de clientes quer ambos. Compradores que n\u00e3o podem pagar por um carro totalmente el\u00e9trico, ou que se preocupam com a disponibilidade de pontos de carregamento, est\u00e3o optando por ve\u00edculos el\u00e9tricos h\u00edbridos plug-in (carregados na tomada), cujas vendas est\u00e3o disparando. Mas o alarde em torno dos h\u00edbridos pode se mostrar de curta dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As vendas mundiais de carros que funcionam puramente a bateria foram mais do que o dobro daquelas dos h\u00edbridos no \u00faltimo ano. Mas a diferen\u00e7a tem se fechado rapidamente. As vendas de h\u00edbridos plug-in cresceram quase 50% nos primeiros sete meses de 2024 comparadas com igual per\u00edodo de 2024, enquanto aqueles totalmente el\u00e9tricos avan\u00e7aram 8%, segundo estimativas da corretora Bernstein.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Saiba qual \u00e9 o primeiro pa\u00eds do mundo a ter mais carros el\u00e9tricos do que movidos a gasolina<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Noruega \u00e9 o primeiro pa\u00eds do mundo com mais ve\u00edculos el\u00e9tricos do que carros movidos a gasolina nas ruas, de acordo com dados de registro de ve\u00edculos da federa\u00e7\u00e3o norueguesa de estradas, conhecida como OFV, divulgados na ter\u00e7a-feira, 17.<\/p>\n\n\n\n<p>Dos 2,8 milh\u00f5es de carros de passageiros registrados no pa\u00eds, 26,3% s\u00e3o totalmente el\u00e9tricos, superando a participa\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos a gasolina. O diesel continua sendo o tipo de ve\u00edculo mais comum, representando mais de um ter\u00e7o dos registros de ve\u00edculos noruegueses. Leia mais aqui.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Biden concede quase US$ 2 bi em subs\u00eddios para impulsionar produ\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos el\u00e9tricos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O governo Biden ir\u00e1 conceder quase US$ 2 bilh\u00f5es em subs\u00eddios \u00e0 General Motors, Stellantis e outras montadoras para impulsionar a fabrica\u00e7\u00e3o e montagem de ve\u00edculos el\u00e9tricos (VEs) em oito Estados americanos, incluindo Michigan, Pensilv\u00e2nia e Ge\u00f3rgia, considerados campos de batalha nas elei\u00e7\u00f5es presidenciais.<\/p>\n\n\n\n<p>O Departamento de Energia conceder\u00e1 subs\u00eddios no total de US$ 1,7 bilh\u00e3o para criar ou manter milhares de empregos sindicais e apoiar comunidades baseadas em autom\u00f3veis que h\u00e1 muito tempo impulsionam a economia dos EUA, informou a Casa Branca nesta quinta-feira, 11. Al\u00e9m dos tr\u00eas Estados com disputa eleitoral acirrada, os subs\u00eddios tamb\u00e9m ser\u00e3o destinados a instala\u00e7\u00f5es de ve\u00edculos el\u00e9tricos em Ohio, Illinois, Indiana, Maryland e Virg\u00ednia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Carro el\u00e9trico chin\u00eas ainda \u00e9 \u2018desconhecido\u2019 nos EUA, mas montadoras americanas temem \u2018inunda\u00e7\u00e3o\u2019<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As novas tarifas adotadas pelo governo Biden sobre os ve\u00edculos el\u00e9tricos chineses n\u00e3o ter\u00e3o um grande impacto sobre os consumidores americanos ou sobre o mercado de autom\u00f3veis imediatamente, pois poucos desses carros s\u00e3o vendidos nos Estados Unidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas a decis\u00e3o reflete o profundo temor do setor automotivo americano, que tem se preocupado cada vez mais com a capacidade da China de produzir ve\u00edculos el\u00e9tricos baratos. As montadoras americanas saudaram a decis\u00e3o do governo Biden na ter\u00e7a-feira de impor uma tarifa de 100% sobre os ve\u00edculos el\u00e9tricos da China, dizendo que esses autom\u00f3veis prejudicariam bilh\u00f5es de d\u00f3lares de investimento em f\u00e1bricas de ve\u00edculos el\u00e9tricos e baterias nos Estados Unidos. Leia mais aqui.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Carros el\u00e9tricos chineses baratos est\u00e3o chegando \u00e0 Europa. Como as montadoras locais v\u00e3o reagir?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os ve\u00edculos el\u00e9tricos baratos da China j\u00e1 est\u00e3o chegando \u00e0 Europa, prejudicando um dos maiores setores da regi\u00e3o. E a BYD, que ultrapassou a Tesla no final do ano passado como a maior fabricante global de ve\u00edculos el\u00e9tricos, est\u00e1 prestes a aumentar as apostas.<\/p>\n\n\n\n<p>A fabricante chinesa anunciou no m\u00eas passado planos para trazer seu hatchback compacto Seagull para a Europa no pr\u00f3ximo ano. O carro oferece recursos premium, como uma tela de toque girat\u00f3ria e carregamento de telefone sem fio, e \u00e9 vendido por menos de US$ 10 mil na China. Mesmo ap\u00f3s tarifas e modifica\u00e7\u00f5es para atender aos padr\u00f5es europeus, os executivos da BYD esperam vender o Seagull por menos de \u20ac 20 mi (US$ 21,5 mil) no continente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>The Economist: Esquenta a guerra entre a China e o Ocidente pelo dom\u00ednio dos ve\u00edculos el\u00e9tricos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na guerra comercial entre o Ocidente e a China, uma batalha relacionada aos ve\u00edculos el\u00e9tricos come\u00e7ou. Em maio, como parte de uma investida mais ampla contra a tecnologia chinesa, os Estados Unidos impuseram uma tarifa de 100% sobre os ve\u00edculos el\u00e9tricos do pa\u00eds asi\u00e1tico.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2 de julho, o Canad\u00e1 lan\u00e7ou uma consulta sobre o que chamou de \u201cpr\u00e1ticas comerciais injustas da China\u201d no setor de ve\u00edculos el\u00e9tricos. Tr\u00eas dias depois, uma tarifa provis\u00f3ria de at\u00e9 37,6% sobre os el\u00e9tricos chineses entrou em vigor na Uni\u00e3o Europeia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mercado de ve\u00edculos el\u00e9tricos na Europa est\u00e1 em \u2018trajet\u00f3ria cont\u00ednua de queda\u2019, dizem fabricantes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Finalmente Elon Musk teve algo para se alegrar na Europa, para variar &#8211; as vendas de novos carros da Tesla ca\u00edram cerca de um ter\u00e7o em agosto. A boa not\u00edcia \u00e9 que poderia ter sido muito pior.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante a maior parte deste ano, o \u00fanico mercado que consistentemente n\u00e3o respondeu \u00e0 combina\u00e7\u00e3o de Musk de cortes de pre\u00e7os estimulantes, taxas de financiamento com desconto e, no caso de seu Modelo 3, atualiza\u00e7\u00f5es leves de design, foi a Europa. Sem muitas op\u00e7\u00f5es em um mercado geral de autom\u00f3veis estagnado, os europeus est\u00e3o optando por marcas rivais com modelos mais novos e mais adequados para as estradas dom\u00e9sticas. Como resultado, a Tesla sofreu uma queda constante e persistente na participa\u00e7\u00e3o de mercado a partir de mar\u00e7o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Carro el\u00e9trico: evolu\u00e7\u00e3o r\u00e1pida e concorr\u00eancia chinesa aceleram desvaloriza\u00e7\u00e3o e dificultam revenda<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A recente reviravolta no mercado global de carros el\u00e9tricos, atualmente em desacelera\u00e7\u00e3o em pa\u00edses da Europa e nos Estados Unidos, provoca uma intensa queda nos pre\u00e7os de revenda e excesso de estoques nas lojas e f\u00e1bricas.<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, onde as vendas desses modelos est\u00e3o aquecidas, ainda que sobre uma base pequena de compara\u00e7\u00e3o, a desvaloriza\u00e7\u00e3o de modelos 100% a bateria tamb\u00e9m preocupa. Autom\u00f3veis com dois a tr\u00eas anos de uso e baixa quilometragem foram vendidos nos \u00faltimos meses com at\u00e9 45% de des\u00e1gio e, dependendo do modelo, por menos da metade do valor pago pelo novo. Leia mais aqui.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vale a pena comprar carro el\u00e9trico de segunda m\u00e3o? Especialistas avaliam<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O setor de carros usados movimenta no Brasil milhares de ve\u00edculos. S\u00f3 em 2023, mais de 14 milh\u00f5es de unidades foram negociadas no Pa\u00eds. Diante deste cen\u00e1rio e do avan\u00e7o nas ofertas de eletrificados, a possibilidade de adquirir um carro h\u00edbrido ou 100% el\u00e9trico come\u00e7a a ganhar adeptos no mercado dom\u00e9stico. Contudo, a pergunta que pode surgir \u00e9: afinal, vale a pena comprar um carro el\u00e9trico usado?<\/p>\n\n\n\n<p>Para especialistas ouvidos pela reportagem, a resposta \u00e9 a cl\u00e1ssica: depende. Executivos e analistas do setor ponderam que os motoristas que pretendem investir seu dinheiro e adquirir um ve\u00edculo el\u00e9trico precisam analisar vantagens e desvantagens, colocando na ponta do l\u00e1pis pr\u00f3s e contras de cada modelo e analisando quesitos como tempo de vida da bateria, autonomia, valor de revenda no mercado de usados e quilometragem, entre outros fatores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ele se parece com o Batm\u00f3vel, funciona com energia solar e pode ser o futuro dos carros<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O sonho come\u00e7ou em 1955, com uma cria\u00e7\u00e3o min\u00fascula, semelhante a um brinquedo, chamada \u201cSunmobile\u201d. Constru\u00eddo com madeira balsa e pneus de loja de hobby, ele tinha apenas 15 polegadas de comprimento. As 12 c\u00e9lulas solares de sel\u00eanio que decoravam seu exterior produziam menos pot\u00eancia do que um cavalo de verdade. Mas era a prova de um conceito: a luz solar sozinha pode fazer um ve\u00edculo funcionar.<\/p>\n\n\n\n<p>Os anos se passaram e o sonho evoluiu para um buggy antigo convertido com pain\u00e9is solares em seu teto. Em seguida, uma bicicleta glorificada, um projeto de garagem de um aposentado, um carro de corrida que cruzou o deserto de Mojave a 51 milhas por hora. H\u00e1 problemas com esse sonho, grandes problemas. As nuvens aparecem. A noite cai. As leis da f\u00edsica limitam a efici\u00eancia com que os pain\u00e9is solares podem transformar luz em energia. Mas uma startup afirma ter superado esses problemas. Agora, segundo seus fundadores, o sonho pode ser seu por apenas US$ 25,9 mil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>The Economist: O pr\u00f3ximo neg\u00f3cio de US$ 1 trilh\u00e3o da energia limpa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Descarbonizar o fornecimento de eletricidade do mundo exigir\u00e1 mais do que pain\u00e9is solares e turbinas e\u00f3licas, que dependem da luz do sol e de uma brisa constante para gerar energia. O armazenamento em escala de rede oferece uma solu\u00e7\u00e3o para esse problema de intermit\u00eancia, mas ainda \u00e9 pouco dispon\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>A Ag\u00eancia Internacional de Energia (AIE) estima que a capacidade instalada global de armazenamento de baterias precisar\u00e1 aumentar de menos de 200 gigawatts (GW) no ano passado para mais de um terawatt (TW, equivalente a mil GW) at\u00e9 o final da d\u00e9cada, e quase 5 TW at\u00e9 2050, se o mundo quiser alcan\u00e7ar as emiss\u00f5es l\u00edquidas zero. Felizmente o neg\u00f3cio de armazenar energia na rede est\u00e1 finalmente sendo impulsionado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como a energia solar tem substitu\u00eddo o carv\u00e3o numa cidade americana<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O passado e o futuro da energia el\u00e9trica nos Estados Unidos talvez sejam mais vis\u00edveis em uma cidade de Minnesota cercada por fazendas de batata e campos de milho. Sobre Becker, uma comunidade de pouco mais de 5 mil habitantes a noroeste de Minneapolis, est\u00e1 uma das maiores usinas de carv\u00e3o do pa\u00eds. Ela est\u00e1 sendo substitu\u00edda &#8211; para o des\u00e2nimo de alguns moradores &#8211; por milhares de hectares de pain\u00e9is solares e um teste para baterias de longa dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Becker \u00e9 uma das primeiras de um grupo de sete \u00e1reas municipais de Minnesota, chamado Coalition of Utility Cities (Coaliz\u00e3o de Cidades Utilit\u00e1rias), a fazer a mudan\u00e7a de uma economia baseada em combust\u00edveis f\u00f3sseis para energia limpa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Painel solar port\u00e1til vira febre na Alemanha e toma varandas de apartamentos; conhe\u00e7a<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em uma feira de sustentabilidade em Berlim, uma nova engenhoca chamou a aten\u00e7\u00e3o de Waltraud Berg: um painel solar pequeno o suficiente para ser facilmente instalado na lateral de uma varanda e, em seguida, conectado a uma tomada para alimentar diretamente sua casa com a energia produzida pelo Sol.\u201dFiquei absolutamente empolgada ao saber que existia algo assim, que voc\u00ea pode gerar sua pr\u00f3pria energia e ser mais independente\u201d, disse Berg, uma aposentada que instalou sozinha v\u00e1rios pain\u00e9is na varanda voltada para o Sul de seu apartamento em Berlim.<\/p>\n\n\n\n<p>Cada um dos pain\u00e9is leves produz apenas eletricidade suficiente para carregar um laptop ou fazer funcionar uma pequena geladeira. No entanto, nas resid\u00eancias de toda a Alemanha, eles est\u00e3o impulsionando uma transforma\u00e7\u00e3o silenciosa, colocando a revolu\u00e7\u00e3o verde nas m\u00e3os das pessoas sem que elas precisem fazer um grande investimento, encontrar um eletricista ou usar ferramentas pesadas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os rob\u00f4s est\u00e3o chegando e t\u00eam uma miss\u00e3o: instalar pain\u00e9is solares<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As empresas que est\u00e3o correndo para construir grandes fazendas solares nos Estados Unidos est\u00e3o enfrentando um problema crescente: n\u00e3o h\u00e1 trabalhadores suficientes. Agora, elas est\u00e3o recorrendo a rob\u00f4s para obter ajuda.<\/p>\n\n\n\n<p>A AES Corporation, uma das maiores empresas de energia renov\u00e1vel do pa\u00eds, apresentou um rob\u00f4 in\u00e9dito que pode carregar e instalar os milhares de pain\u00e9is pesados que normalmente comp\u00f5em uma grande matriz solar. A AES disse que seu rob\u00f4, apelidado de Maximo, seria capaz de instalar pain\u00e9is solares duas vezes mais r\u00e1pido do que os humanos e pela metade do custo.<\/p>\n\n\n\n<p>China domina a energia solar global, mas sua ind\u00fastria dom\u00e9stica do setor est\u00e1 em apuros<\/p>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos 15 anos, a China passou a dominar o mercado global de energia solar. Quase todos os pain\u00e9is solares do planeta s\u00e3o fabricados por uma empresa chinesa. At\u00e9 mesmo o equipamento para fabricar esses pain\u00e9is solares s\u00e3o produzidos quase inteiramente na China. As exporta\u00e7\u00f5es dos pain\u00e9is, medidas pela quantidade de energia que podem produzir, aumentaram mais 10% em maio em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, o setor dom\u00e9stico de pain\u00e9is solares da China passa por uma grande agita\u00e7\u00e3o. Os pre\u00e7os no atacado ca\u00edram quase pela metade no ano passado e despencaram mais 25% neste ano. Os fabricantes chineses est\u00e3o competindo por clientes cortando os pre\u00e7os muito abaixo de seus custos, e ainda continuam construindo mais f\u00e1bricas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>China tem quase o dobro de projetos de energia solar e e\u00f3lica em constru\u00e7\u00e3o ante o resto do mundo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Um estudo da Global Energy Monitor (GEM), ONG que analisa a ind\u00fastria de energia global, divulgado nesta quinta-feira, 11, apontou que o volume de projetos de energia e\u00f3lica e energia solar em constru\u00e7\u00e3o na China \u00e9 quase o dobro que os do resto do mundo combinados. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do The Guardian.<\/p>\n\n\n\n<p>O jornal aponta que o pa\u00eds tem 180 gigawatts (GW) de energia solar em escala de servi\u00e7o em constru\u00e7\u00e3o e 159 GW de energia e\u00f3lica. Os 339 GW em constru\u00e7\u00e3o das duas fontes somadas est\u00e3o bem \u00e0 frente dos 40 GW em constru\u00e7\u00e3o nos Estados Unidos, que aparecem em segundo lugar no ranking mundial do volume de projetos em constru\u00e7\u00e3o. O Brasil aparece em terceiro, com 12,9 GW de energia solar e e\u00f3lica em constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Austr\u00e1lia aprova plano para construir a \u2018maior central de energia solar do planeta\u2019<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O governo da Austr\u00e1lia aprovou um plano para construir uma central de energia solar e de baterias que foi anunciado como o \u201cmaior complexo solar do mundo\u201d. As autoridades anunciaram as licen\u00e7as ambientais para o projeto da empresa SunCable, avaliado em US$ 24 bilh\u00f5es (R$ 131 bilh\u00f5es), no norte da Austr\u00e1lia.<\/p>\n\n\n\n<p>A ministra do Meio Ambiente, Tanya Plibersek, explicou que a instala\u00e7\u00e3o deve gerar energia suficiente para abastecer tr\u00eas milh\u00f5es de resid\u00eancias e, eventualmente, ter\u00e1 um cabo de liga\u00e7\u00e3o com Cingapura para vender eletricidade para a cidade-Estado.\u201dSer\u00e1 o maior complexo de energia solar no mundo e deixar\u00e1 a Austr\u00e1lia como l\u00edder mundial em energia verde\u201d, disse Plibersek.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Energia solar: 100 mil novos sistemas s\u00e3o instalados em telhados e fachadas no Brasil em julho<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No m\u00eas de julho deste ano, um total de 100 mil novos sistemas de energia solar fotovoltaica foram instalados em telhados, fachadas e pequenos terrenos no Brasil. Agora, a quantidade desses sistemas de gera\u00e7\u00e3o de energia solar chega a 2,8 milh\u00f5es no Pa\u00eds, segundo dados in\u00e9ditos da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a entidade, foram investidos R$ 3,9 bilh\u00f5es para cria\u00e7\u00e3o desses sistemas em apenas um m\u00eas. Essa modalidade de gera\u00e7\u00e3o de energia, chamada de distribu\u00edda (GD), j\u00e1 soma 31 gigawatts (GW) de pot\u00eancia, com acr\u00e9scimo de 1 GW apenas no m\u00eas passado. Al\u00e9m de resid\u00eancias, esses sistemas est\u00e3o instalados tamb\u00e9m em com\u00e9rcios, ind\u00fastrias, propriedades rurais e pr\u00e9dios p\u00fablicos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Usinas solares e e\u00f3licas puxam alta de energia el\u00e9trica no Brasil neste ano<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De janeiro a junho deste ano, come\u00e7aram a operar no Brasil 168 usinas de gera\u00e7\u00e3o de energia, num incremento de 5,6 GW na matriz energ\u00e9tica brasileira, segundo dados da Aneel (Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica). Trata-se de um aumento de 18,7% em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo de 2023, e um recorde para os \u00faltimos 27 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa alta foi puxada pelo desempenho das usinas de energia solar fotovoltaicas e as e\u00f3licas, segundo o relat\u00f3rio divulgado pelo \u00f3rg\u00e3o no dia 18 deste m\u00eas. Juntas, elas somaram 92,3% de tudo que foi instalado no pa\u00eds neste ano.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c9 hora de repensar a melhor forma de expandir a gera\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel no Brasil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As fontes de energia renov\u00e1veis, especialmente e\u00f3lica e solar, continuam se expandindo com for\u00e7a e intensidade. Como apontam os dados da Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel), dos mais de 7 gigawatts (GW) adicionados \u00e0 capacidade instalada neste ano (metade da pot\u00eancia da Usina de Itaipu, a maior da Am\u00e9rica do Sul), cerca de 3,5 GW foram de fonte solar e 3,0 GW, de e\u00f3lica.<\/p>\n\n\n\n<p>Cerca de 93 centrais solares fotovoltaicas e 90 e\u00f3licas foram inclu\u00eddos ao sistema el\u00e9trico nacional nos oito primeiros meses do ano. Juntas as fontes correspondem hoje por 23% da matriz de energia el\u00e9trica do Pa\u00eds, cuja a pot\u00eancia fiscalizada, ou seja, a quantidade m\u00e1xima de produ\u00e7\u00e3o de energia soma 205,2 gigawatts (GW) at\u00e9 setembro.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u2018Brasil ter\u00e1 de ralar para ocupar lideran\u00e7a global da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica\u2019, diz CEO da Abee\u00f3lica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A economista Elbia Gannoum, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Energia E\u00f3lica (Abee\u00f3lica) acredita que o Brasil ainda est\u00e1 firme na corrida para liderar o processo global de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. Na avalia\u00e7\u00e3o dela, o Pa\u00eds tem todas as condi\u00e7\u00f5es e ferramentas para ganhar protagonismo no setor, mas para isso ter\u00e1 de recuperar o espa\u00e7o perdido nos \u00faltimos anos na disputa por investimentos internacionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela avalia que, desde 2016, com o impeachment da ent\u00e3o presidente Dilma Rousseff, o Brasil entrou numa espiral de turbul\u00eancia e incerteza, que piorou o ambiente de neg\u00f3cios dom\u00e9stico. Pelo tamanho de seu territ\u00f3rio e economia e potencial energ\u00e9tico, o Pa\u00eds \u00e9 naturalmente um candidato \u00e0 lideran\u00e7a global.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O salto da energia e\u00f3lica: setor prev\u00ea quase dobrar de tamanho at\u00e9 2030, com aportes de R$ 175 bi<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Primeira das \u201cnovas energias\u201d a chegar ao Brasil, a fonte e\u00f3lica, ou movida pelos ventos, tem batido recordes sucessivos de instala\u00e7\u00e3o e j\u00e1 trouxe mais de R$ 300 bilh\u00f5es em investimentos para o Pa\u00eds. Em 2023, respondeu por quase 50% de toda expans\u00e3o do setor el\u00e9trico &#8211; dos 10,3 mil megawatts (MW) adicionados ao sistema el\u00e9trico, 4,9 mil MW vieram das usinas e\u00f3licas.<\/p>\n\n\n\n<p>E a tend\u00eancia \u00e9 essa expans\u00e3o continuar firme nos pr\u00f3ximos anos. At\u00e9 2030, ser\u00e3o investidos mais R$ 175 bilh\u00f5es para acrescentar 25 mil MW de pot\u00eancia, levando-se em conta apenas os projetos j\u00e1 contratados em leil\u00f5es nos \u00faltimos anos. Com isso, a gera\u00e7\u00e3o e\u00f3lica deve quase dobrar, passando da capacidade atual de cerca de 30 mil MW para 55 mil MW.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Brasil atrai interesse global para combust\u00edvel sustent\u00e1vel de avia\u00e7\u00e3o, diz diretor da Airbus<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A familiaridade do Brasil com biocombust\u00edveis faz com que o Pa\u00eds seja cotado para ser um polo produtivo relevante de SAF, combust\u00edvel sustent\u00e1vel de avia\u00e7\u00e3o, feito de \u00f3leos vegetais ou animais. Apesar dos projetos brasileiros ainda estarem em fase inicial, a expectativa \u00e9 que atinjam um pico a partir do final desta d\u00e9cada, segundo o diretor-executivo de estrat\u00e9gia e opera\u00e7\u00f5es comerciais da Airbus na Am\u00e9rica Latina, Guillaume Gressin.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o executivo da Airbus, entre os principais est\u00edmulos para acelerar a produ\u00e7\u00e3o de SAF no Brasil est\u00e1 a legisla\u00e7\u00e3o voltada para o tema. No in\u00edcio deste m\u00eas, o Congresso aprovou o projeto \u201ccombust\u00edvel do futuro\u201d, que prev\u00ea a cria\u00e7\u00e3o de programas nacionais de SAF, al\u00e9m de diesel verde e biometano. O texto agora depende da san\u00e7\u00e3o presidencial.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Biodiesel pode evitar emiss\u00e3o de 320 milh\u00f5es de toneladas de CO2, diz CEO da Binatural<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, o biodiesel representa 14% da mistura do diesel no Brasil. Um incremento nessa composi\u00e7\u00e3o pode reduzir significativamente a emiss\u00e3o de di\u00f3xido de carbono (CO2), de acordo com Andr\u00e9 Lavor, CEO da Binatural. \u201cCom o potencial de aumentar a mistura de biodiesel no diesel para 25% at\u00e9 2035, o Brasil pode deixar de emitir mais de 320 milh\u00f5es de toneladas de CO2 na pr\u00f3xima d\u00e9cada\u201d, disse Lavor, durante o painel Solu\u00e7\u00f5es Inovadoras para o Futuro dos Combust\u00edveis, no Estad\u00e3o Summit ESG 2024, nesta quinta-feira, 26, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>Lavor comentou a import\u00e2ncia do projeto de lei conhecido como \u201cCombust\u00edveis do Futuro\u201d, aprovado no Congresso e programado para ser sancionado em outubro. \u201cO projeto busca descarbonizar a matriz de transporte do Brasil, atualmente composta em sua maioria por caminh\u00f5es. A proposta inclui a amplia\u00e7\u00e3o do uso de biocombust\u00edveis, como o HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) e o SAF (Sustainable Aviation Fuel), al\u00e9m de fortalecer setores como o etanol e o biodiesel, que j\u00e1 contribuem significativamente para a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Onde o Brasil n\u00e3o pode errar na produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis? Quem est\u00e1 no caminho no mundo?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Brasil \u00e9 um dos pa\u00edses com grande potencial para produzir combust\u00edveis sustent\u00e1veis. A experi\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de etanol, a oferta de mat\u00e9rias-primas e o agroneg\u00f3cio j\u00e1 desenvolvido colocam o Pa\u00eds entre os protagonistas quando o assunto s\u00e3o os chamados biocombust\u00edveis, produzidos a partir de mat\u00e9ria org\u00e2nica vegetal ou animal.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas h\u00e1 um longo caminho a percorrer se o Brasil quiser produzir e exportar solu\u00e7\u00f5es de biocombust\u00edveis avan\u00e7ados para o mundo, especialmente o SAF (combust\u00edvel sustent\u00e1vel de avia\u00e7\u00e3o) e o combust\u00edvel para uso mar\u00edtimo. Onde o Brasil n\u00e3o pode errar? Especialistas apontam caminhos, como o incentivo, a estrutura regulat\u00f3ria e o estabelecimento do pre\u00e7o de carbono.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/economia\/crise-climatica-mudanca-economia-global\">https:\/\/www.estadao.com.br\/economia\/crise-climatica-mudanca-economia-global<\/a><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/summits.estadao.com.br\/esg\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-5-1024x683.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4967\" srcset=\"https:\/\/summits.estadao.com.br\/esg\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-5-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/summits.estadao.com.br\/esg\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-5-300x200.jpeg 300w, https:\/\/summits.estadao.com.br\/esg\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-5-768x512.jpeg 768w, https:\/\/summits.estadao.com.br\/esg\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/image-5.jpeg 1200w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><em>Foto: Leonid\/Adobe Stock<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c0 medida que o aquecimento global se torna um problema cada vez maior, pa\u00edses e empresas correm para tentar buscar alternativas \u00e0s fontes de energia poluentes Por Reda\u00e7\u00e3o &#8211; editada por Mariana Collini em 03\/10\/2024 H\u00e1 n\u00e3o muito tempo, termos como aquecimento global, mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica pareciam apontar para um futuro distante. 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